THE FROG: a história do Sapo Locutor

THE FROG: a história do Sapo Locutor

THE FROG: a história do Sapo Locutor que nasceu numa rede de vôlei e nunca mais saiu da areia

Eu não nasci em um berço, nem foi em brejo nasci em uma rede de vôlei. Meu primeiro brinquedo foi uma bola de vôlei
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Há pessoas que escolhem o esporte. E há pessoas em quem o esporte escolheu antes mesmo de saberem que tinham escolha. Esta é a história de um homem que nasceu literalmente dentro do vôlei, que cresceu jogando nas areias mais icônicas do Rio de Janeiro, que acumulou mais de 180 medalhas e troféus ao longo de décadas competindo, e que hoje usa a voz e a paixão para transformar a experiência de mais de 1.200 atletas master espalhados pelo Brasil. Esta é a história do THE FROG: o Sapo Locutor que decidiu mudar a cara do vôlei de praia.

 

O começo: nascido dentro do vôlei

Nem todo mundo pode dizer que o vôlei de praia faz parte da sua história desde o primeiro dia de vida mas o Sapo Locutor pode. Ele não nasceu num berço nem, como ele mesmo gosta de brincar, num brejo. Nasceu numa rede de vôlei. O primeiro brinquedo? Uma bola de vôlei. O esporte não foi uma escolha que viria mais tarde, mas uma circunstância de origem, uma herança afetiva construída antes mesmo de qualquer decisão consciente. Ainda criança e adolescente, percorreu os melhores clubes do Rio de Janeiro carregando a bola sob o braço: AABB, Fluminense, Botafogo e outros endereços que fazem parte da história do esporte carioca. Numa época em que a recompensa pelo jogo bem feito era um misto quente e um mate tempos sem salário profissional, sem contratos, sem patrocínio, o amor pelo esporte precisava ser genuíno para resistir. E era.

“Eu não nasci em um berço, nem foi em brejo nasci em uma rede de vôlei. Meu primeiro brinquedo foi uma bola de vôlei.”

Ipanema, 13 anos e uma rede histórica

A história ganhou um capítulo que poucas pessoas podem contar: com 13 para 14 anos, o jovem Sapo foi parar na praia do Arpoador antiga Monte Negro, hoje conhecida como Vinicius de Moraes, em Ipanema. Numa rede aparentemente qualquer, numa tarde carioca qualquer, ele foi apresentado às suas parceiras de jogo: Jaqueline Silva e Isabel Salgado. Jaqueline e Isabel. As mesmas que, poucos anos depois, se tornariam as primeiras campeãs do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia feminino, em 1992. As mesmas que ajudaram a construir a tradição vitoriosa do vôlei de praia feminino brasileiro que culminaria nos títulos olímpicos das gerações seguintes. Jogar numa rede com elas antes de tudo isso acontecer é o tipo de memória que define uma vida inteira dentro de um esporte.

“Com 13 para 14 anos, fui parar na praia de Ipanema e advinha com quem eu jogava? Jaqueline e Isabel.”

A história da praia seguiu por anos: Copacabana, diferentes redes, diferentes parcerias, o vôlei de praia como companheiro permanente de uma trajetória carioca. E o tempo foi passando como ele diz com a naturalidade de quem não tem arrependimentos.

O Master, Saquarema e mais de 180 medalhas

Quando a fase adulta chegou com toda a sua carga de responsabilidades, o Sapo não abandonou a areia foi para o Master. Participou das primeiras edições do Campeonato Brasileiro de Vôlei de Praia Master, realizadas em Saquarema, que desde o início se consolidou como a capital do esporte no Brasil. Competiu, venceu, perdeu, voltou a vencer. E foi acumulando. Hoje, a contagem chega a mais de 180 medalhas e troféus um número que representa décadas de dedicação, de viagens, de treinos, de finais disputadas e de manhãs na areia que poderiam ter sido gastas em outros lugares, mas que ele escolheu passar no vôlei. É um acervo que conta uma história de amor pelo esporte que nenhuma narrativa consegue resumir completamente.

“Hoje, com mais de 180 medalhas e troféus, decidi me dedicar à coordenação e locução dos eventos de vôlei de praia.”

 

A voz que encontrou o microfone

A história da locução começou antes do vôlei nas quadras de escola de samba, onde o Sapo desenvolveu a intimidade com o microfone que definiria seu futuro no esporte. Mas foi o vôlei que revelou o chamado verdadeiro. A virada aconteceu num dia de chuva na Barra da Tijuca, bairro do Rio de Janeiro. Roberta Cabral, da Flag Esporte, estava organizando um torneio e, de forma completamente espontânea, chamou o Sapo para anunciar as duplas. Um convite improvisado num dia chuvoso. O resultado foi tão natural e tão bom que ela não hesitou: ‘Cara, você é bom nisso.’ E ele nunca mais parou.

“Ela falou: cara, você é bom nisso e nunca mais parei.”

O agradecimento a Roberta Cabral é sincero e frequente. Foi ela quem abriu a primeira porta e quando as portas certas se abrem para as pessoas certas, o que acontece do outro lado raramente é ordinário.

A FVMRJ e o Circuito Carioca Master

Logo depois veio o convite que mudaria a escala do trabalho: Luiz Fernando, presidente da Federação de Vôlei Master do Rio de Janeiro (FVMRJ), convidou o Sapo para ser Coordenador e Locutor oficial da federação. Um convite que chegou no momento certo, para a pessoa certa, com a experiência certa. O resultado foi o Circuito Carioca Master de Vôlei de Praia (CCMVP), que se tornou um dos eventos mais bem organizados e mais respeitados do vôlei de praia master no Brasil. O circuito é hoje referência no Rio de Janeiro em termos de organização, qualidade de produção e experiência do atleta e essa reputação foi construída exatamente em cima dos cinco pilares que o Sapo defende como inegociáveis.

Os 5 pilares que o THE FROG luta para garantir a cada atleta master:

  • Comodidade
  • Segurança
  • Conforto
  • Transparência
  • Respeito

Não são apenas palavras bonitas num material de divulgação. São compromissos que o Sapo trata como obrigações reais e que qualquer atleta que já participou dos eventos que ele coordena reconhece na prática. Atender todos pelo WhatsApp em tempo real, com mais de 1.200 atletas distribuídos em cinco grupos de comunicação, é só um dos sinais concretos de que esses pilares são vividos, não apenas prometidos.

A inovação das categorias mistas: 80+ e 100+

Se a locução foi o chamado que o destino preparou, a criatividade foi o talento que ele trouxe de casa. O Sapo Locutor foi o idealizador de uma das inovações mais bem-recebidas do vôlei de praia master brasileiro: as categorias de duplas mistas por somatório de idades, as famosas 80+ e 100+. O conceito é simples e genial: em vez de dividir as duplas apenas pelo gênero ou pela faixa etária individual, as categorias mistas somam as idades dos dois atletas. Uma dupla mista com dois atletas de 40 anos cada, por exemplo, compete na categoria 80+. Duas atletas com 50 anos juntas competem na 100+. O sistema permite que atletas de diferentes idades e gêneros formem duplas, criando uma diversidade de combinações que torna as competições mais ricas, mais inclusivas e mais divertidas. As categorias foram um sucesso imediato. Hoje são adotadas em múltiplos eventos pelo Brasil e representam uma contribuição real do Sapo Locutor para a evolução do vôlei de praia master como modalidade. O circuito começa nos 30, 35 anos e vai até os 63 em diante, com as categorias mistas cobrindo praticamente todas as combinações possíveis de duplas.

“Eu investi na criação das categorias que hoje são um sucesso: as Duplas Mistas 80+ e 100+ o somatório das idades que começa desde os 30 anos.”

Uma agenda que cresceu além das fronteiras cariocas

Da Flag Esporte à FVMRJ, a agenda do Sapo Locutor foi crescendo organicamente, impulsionada pela qualidade do trabalho e pelo reconhecimento de quem estava do outro lado dos eventos. Hoje ele é chamado para eventos em todo o Brasil, com um portfólio que inclui nomes de peso do calendário do vôlei de praia master nacional:

  • CBV – Confederação Brasileira de Vôlei
  • BLUMAN
  • MDC
  • ONDA NA REDE
  • GIGANTES DA REDE
  • E muitos outros eventos espalhados pelo país

Cada evento é uma oportunidade de aplicar os mesmos princípios que definem o trabalho: organização impecável, comunicação clara, respeito ao atleta e uma locução que anima sem exagerar, que informa sem cansar e que celebra o esporte com o amor genuíno de quem jogou na areia antes de falar sobre ela.

O legado: mudar a cara do vôlei de praia master

Quando perguntado sobre o que deseja deixar como legado, a resposta é direta e tocante: ser lembrado como o THE FROG – o Sapo que mudou a cara do vôlei de praia. Não é uma ambição de ego, mas uma declaração de propósito: transformar a experiência do atleta master, fazer com que cada torneio seja mais do que uma competição, criar um ambiente onde o atleta se sinta valorizado, respeitado e bem cuidado. Há nessa frase uma melancolia produtiva: ‘Eu queria muito que na minha época tivesse existido um Sapo para tomar conta do vôlei de areia.’ É o reconhecimento de que a estrutura que ele oferece hoje não existia quando ele era atleta e a decisão, consciente e generosa, de ser para as gerações atuais o que faltou para a geração dele.

“Eu queria muito que na minha época tivesse existido um Sapo para tomar conta do vôlei de areia.”

Mais de 1.200 atletas ativos, cinco grupos de WhatsApp com atendimento em tempo real, categorias inovadoras, eventos bem estruturados em todo o Brasil e uma voz inconfundível que anima quadras de norte a sul do país. Esse é o legado em construção do THE FROG e ele está longe de terminar.

É simples assim. ❤️ — THE FROG, Sapo Locutor

FICHA DO ATLETA E COORDENADOR

THE FROG – Sapo Locutor Locutor e Coordenador: FVMRJ · CBV · CCMVP e eventos nacionais Medalhas e troféus: mais de 180 Atletas atendidos: mais de 1.200 em 5 grupos de WhatsApp Inovação: criador das categorias mistas 80+ e 100+.

Missão: Comodidade · Segurança · Conforto · Transparência · Respeito


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